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Kaka Castro"É pela educação, mais que pela instrução, que se transformará a humanidade" - Allan Kardec |
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2008/2/4 CARNAVAL - O outro lado da festaA realidade do carnaval, observada do além, é muito diferente e lamentavelmente mais triste
Os preparativos para a grande festa estão sendo providenciados há meses.
Você Sabia?
Você sabia que muitas das fantasias de expressões grotescas são inspiradas pelos espíritos que vivem em regiões inferiores do além? É mais comum do que se pensa, que os homens visitem esses sítios de desespero e loucura durante o sono do corpo físico, através do que chamamos sonho. Enquanto o corpo repousa o espírito fica semiliberto e faz suas incursões no mundo espiritual, buscando sempre os seres com os quais se afina pelas vibrações que emite. Assim, é importante que busquemos sintonizar com as esferas mais altas, onde vivem espíritos benfeitores que têm por objetivo nos ajudar a vencer a difícil jornada no corpo físico. A redação do texto acima foi da equipe de redação do Momento Espírita, baseado nos capítulos 6 e 23 do livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ed. Leal. Sociedade Espírita em São Miguel 2007/11/4 A Sexualidade Humana Perante a Lei de Reprodução
A questão da sexualidade humana, ainda por muito tempo, ocupará a pauta das discussões patrocinadas por educadores, psicólogos, médicos e religiosos. Do ponto de vista doutrinário, Kardec, em face de sua lucidez na organização das questões encaminhadas ao Espírito de Verdade, permitiu-nos ampliar o conhecimento em assunto tão complexo, de tal forma, que os espíritas não podem alegar desconhecimento de causa. Refiro-me especialmente à apreciação kardequiana feita na questão 202 de "O Livro dos Espíritos", que, a nosso ver, serve de ponto de partida para maiores reflexões: Os Espíritos encarnam como homens ou como mulheres, porque não têm sexo. Visto que lhes cumpre progredir em tudo, cada sexo, como cada posição social, lhes proporciona provações e deveres especiais e, com isso, ensejo de ganharem experiência. Aquele que só como homem encarnasse só saberia o que sabem os homens." Da leitura infere-se a importância de o Espírito reencarnar ora como homem ora como mulher, por carecer de experiências em ambas as polaridades sexuais. desafios e os "deveres especiais", quando bem administrados, visam a incorporar aos fulcros energéticos do psiquismo de profundidade o fruto ético de tais vivências. O que acontece, porém, é que a alma em cada etapa palingenética assume postura condizente com o estágio evolutivo em que se encontra, podendo desempenhar-se de maneira proveitosa ou, pelo contrário, abusar das faculdades inerentes ao próprio Espírito. Por isso, do ponto de vista sexual, nem sempre o resultado do mergulho na carne pode ser considerado satisfatório, e as reencarnações expiatórias multiplicam-se à guisa de instrumento educativo e reparador para os Espíritos rebeldes. O impulso sexual, como atributo instintivo do ser encarnado, é poderosa energia criadora enraizada na intimidade espiritual, e quando liberada no campo da matéria por meio do relacionamento sexual, ativa complexos mecanismos psicobiológicos responsáveis pela materialização de um ser inteligente na intimidade do útero materno. A finalidade precípua da experiência sexual é permitir a perpetuação da espécie e, secundariamente, colaborar na manutenção do equilíbrio psicológico das criaturas, desde que tal experiência se estruture em clima de satisfação propiciada pelo relacionamento amorável, monogâmico e equilibrado. No entanto, a crescente rebeldia, fruto da insensatez, incentiva a cegueira propositadamente cultivada em relação ao assunto. E a ausência de maturidade nas experiências afetivas contribui para os desvios tormentosos da alma, comprometendo inúmeras reencarnações até que haja o despertar das responsabilidades i nerentes à sua condição de centelha divina em trajetória evolutiva. Os abusos no campo da sexualidade, sem sombra de dúvida, corrompem os sentidos sutis da alma. O ultraje cometido indiscriminadamente contra os sentimentos alheios engendra no perispírito graves disfunções no vórtice genésico, de tal forma que as marcas dos desequilíbrios sexuais se exteriorizam nas reencarnações posteriores sob a forma de distonias psíquicas, anomalias genitais congênitas ou doenças neoplásicas. É preciso entender que tais ocorrências, na verdade, equivalem a sinalizações importantes, pois permitem ao Espírito viciado a iniciativa de medidas educativas tomadas no sentido de seu próprio soerguimento moral. A experiência afetiva em bases éticas registrada por ambas polaridades sexuais constitui-se fator preponderante no cumprimento dos anseios evolutivos. O mesmo não se pode dizer em relação ao desperdício da energia sexual, pois só a ignorância permite ao ser encarnado insistir no exercício inconseqüente dos aspectos menos enobrecidos da existência. Os arroubos machistas, tão decantados em todas as épocas, e traduzidos pelas inúmeras conquistas temporárias, da mesma forma que a sedução feminina colocada a serviço da sexualidade desvairada, são posturas comprometedoras para o Espírito, cujas conseqüências se fazem notar nos inúmeros transtornos da sexualidade identificados na prática clínica. A liberdade sexual, propalada pela mídia e tida na conta de evolução dos costumes, tem servido em realidade para aumentar o número de paixões não correspondidas, decepções afetivas e conflitos emocionais de toda ordem, ao lado de um notável incremento do número de abortos em adolescentes e de doenças sexualmente transmissíveis. A tentativa de se lançar o descrédito sobre o matrimônio objetiva unicamente a satisfação dos desejos inferiores por meio de aventuras amorosas descompromissadas. Trata-se da exaltação do sexo aviltado, porém, a maioria desconhece a potencialidade dos riscos que tais experiências acarretam para o próprio Espírito. Kardec, em "O Livro dos Espíritos", questão 696, comenta: "O estado de natureza é o da união livre e fortuita dos sexos. O casamento constitui um dos primeiros atos de progresso nas sociedades humanas, porque estabelece a solidariedade fraterna e se observa entre todos os povos, se bem que em condições diversas. A abolição do casamento seria, pois, regredir à infância da Humanidade e colocaria o homem abaixo mesmo de certos animais que lhe dão o exemplo de uniões constantes." O fato é que as informações prestadas pelo Espírito de Verdade, acrescidas das judiciosas análises do Codificador, orientam-nos no sentido de uma vigilância permanente sobre as questões relacionadas com sexo. Não acatar estas informações é um direito implícito no livre-arbítrio das pessoas, porém saber arcar com as conseqüências cármicas de um comportamento abusivo é obrigação daqueles que costumeiramente infringem os postulados éticos inseridos na Lei da Reprodução
Vitor Ronaldo Costa Fonte: revista Reformador, da FEB, de agosto de 1999 2007/10/23 Artífice do ProgressoA vida na Terra não é perfeita.
Oscilações da economia com freqüência jogam por terra planos longamente acalentados. O passar do tempo pouco a pouco dilapida o vigor físico. Amigos e familiares desencarnam.
Por sua natureza material, a Terra é um local de transição. Nela há certas vicissitudes inevitáveis, como a dor, a doença e a morte do corpo físico. Esses fenômenos são comuns e até certo ponto aceitos com naturalidade. O que possui o condão de tornar o viver terreno realmente áspero são as fissuras morais dos homens. Fôssemos todos leais e bondosos e a vida na Terra seria um paraíso. Mas por ora não é assim. O egoísmo persiste forte nos corações humanos. É ele que faz com que busquemos nossos interesses imediatos, despreocupados das tragédias e dores que causamos aos outros. Com base nessa realidade, muitos acreditamos que a raça humana não tem jeito. Achamos que tudo está mesmo perdido e procuramos nos envolver o mínimo possível no que ocorre a nossa volta. Deixamos de votar, de nos indignar e de cobrar uma postura ética no comportamento político e social. Esse gênero de comportamento não é novo. No âmbito religioso, por séculos houve a tendência de candidatos à santificação retirarem-se do mundo. Gastavam o tempo em cerimônias e preces, esquecidos das dificuldades dos que permaneciam envoltos nos afazeres mundanos. A frase do Cristo, na qual ele diz que Seu Reino não é deste Mundo, costuma ser invocada como sustentáculo desse proceder. Entretanto, Jesus jamais demonstrou desprezo pelo Mundo e por suas criaturas. Enquanto aqui esteve, Ele se dedicou a educar e a curar os enfermos do corpo e da alma. Em dada oportunidade, afirmou que Seus seguidores deveriam ser o sal da Terra e a luz do Mndo. Esse enunciado certamente significa que o cristão precisa fazer a diferença. Que ele deve agir para que o Mundo se converta em um local mais justo e fraterno. Assim, não utilize os quadros chocantes da Terra como desculpa para cruzar os braços. Pense que você tem um papel a cumprir no contexto em que está inserido. Mire-se nos exemplos do Cristo e viva com muita correção. Trabalhe, sirva, seja leal, indulgente e compreensivo. Mas não enterre e nem esconda os seus talentos. Saia de seu círculo mais restrito de relações e aja para que o Mundo se torne um lugar melhor.
Desenvolva ideais de elevação e pureza e os partilhe com o próximo. Indigne-se com os desmandos da política e cobre reformas. Sinta-se responsável pelo local em que vive. Lentamente tudo se transforma e aprimora. As leis humanas estão em constante aperfeiçoamento. Certas práticas iníquas do passado, como o duelo e a escravidão, hoje não são mais admitidas. Muitos de nós lutamos para que cada melhora ocorresse. Reflita sobre isso e torne-se um artífice do progresso. Você experimentará algumas dores e decepções ao se envolver em questões sociais. Mas saberá que cumpriu a parte que lhe toca na construção de um mundo melhor. No ocaso de sua vida terrena, quando tudo o mais se extinguir, a paz pelo dever be cumprido persistirá em seu coração. Pense nisso. Redação do Momento Espírita
2007/9/21 EXISTÊNCIA DE DEUS1. Sendo Deus a causa primária de todas as coisas, a origem de tudo o que existe, a base sobre que repousa o edifício
da criação, é também o ponto que importa consideremos antes de tudo.
2. Constitui princípio elementar que pelos seus efeitos é que se julga de uma causa, mesmo quando ela se conserve
oculta. Se, fendendo os ares, um pássaro é atingido por mortífero grão de chumbo, deduz-se que hábil atirador o alvejou,
ainda que este último não seja visto. Nem sempre, pois, se faz necessário vejamos uma coisa, para sabermos que
ela existe. Em tudo, observando os efeitos é que se chega ao conhecimento das causas.
3. Outro princípio igualmente elementar e que, de tão verdadeiro, passou a axioma é o de que todo efeito inteligente
tem que decorrer de uma causa inteligente. Se perguntassem qual o construtor de certo mecanismo
engenhoso, que pensaríamos de quem respondesse que ele se fez a si mesmo? Quando se contempla uma
obra-prima da arte ou da indústria, diz-se que há de tê-la produzido um homem de gênio, porque só uma alta inteligência
poderia concebê-la. Reconhece-se, no entanto, que ela é obra de um homem, por se verificar que não está acima
da capacidade humana; mas, a ninguém acudirá a idéia de dizer que saiu do cérebro de um idiota ou de um ignorante,
nem, ainda menos, que é trabalho de um animal, ou produto do acaso.
4. Em toda parte se reconhece a presença do homem pelas suas obras. A existência dos homens antediluvianos não se
provaria unicamente por meio dos fósseis humanos: provou-a também, e com muita certeza, a presença, nos terrenos
daquela época, de objetos trabalhados pelos homens. Um fragmento de vaso, uma pedra talhada, uma arma, um tijolo
bastarão para lhe atestar a presença. Pela grosseria ou perfeição do trabalho, reconhecer-se-á o grau de inteligência
ou de adiantamento dos que o executaram. Se, pois, achando-vos numa região habitada exclusivamente por selvagens,
descobrirdes uma estátua digna de Fídias, não hesitareis em dizer que, sendo incapazes de tê-la feito os
selvagens, ela é obra de uma inteligência superior à destes.
5. Pois bem! lançando o olhar em torno de si, sobre as obras da Natureza, notando a providência, a sabedoria, a harmonia que presidem a essas obras, reconhece o observador não haver nenhuma que não ultrapasse os limites da
mais portentosa inteligência humana. Ora, desde que o homem não as pode produzir, é que elas são produto de
uma inteligência superior à Humanidade, a menos se sustente que há efeitos sem causa.
6. A isto opõem alguns o seguinte raciocínio: As obras ditas da Natureza são produzidas por forças
materiais que atuam mecanicamente, em virtude das leis de atração e repulsão; as moléculas dos corpos inertes se
agregam e desagregam sob o império dessas leis. As plantas nascem, brotam, crescem e se multiplicam sempre da
mesma maneira, cada uma na sua espécie, por efeito daquelas mesmas leis; cada indivíduo se assemelha ao de quem
ele proveio; o crescimento, a floração, a frutificação, a coloração se acham subordinados a causas materiais, tais como
o calor, a eletricidade, a luz, a umidade, etc. O mesmo se dá com os animais. Os astros se formam pela atração molecular e se movem perpetuamente em suas órbitas por efeito da gravitação. Essa regularidade mecânica no emprego das forças naturais não acusa a ação de qualquer inteligência livre. O homem movimenta o braço quando quer e como
quer; aquele, porém, que o movimentasse no mesmo sentido, desde o nascimento até a morte, seria um autômato.
Ora, as forças orgânicas da Natureza são puramente automáticas. Tudo isso é verdade; mas, essas forças são efeitos que hão de ter uma causa e ninguém pretende que elas constituam a Divindade. Elas são materiais e mecânicas; não são de si mesmas inteligentes, também isto é verdade; mas, são postas em ação, distribuídas, apropriadas às necessidades
de cada coisa por uma inteligência que não é a dos homens. A aplicação útil dessas forças é um efeito inteligente, que denota uma causa inteligente. Um pêndulo se move com automática regularidade e é nessa regularidade que lhe está o mérito. É toda material a força que o faz mover-se e nada tem de inteligente. Mas, que seria esse pêndulo, se uma inteligência não houvesse combinado, calculado, distribuído o emprego daquela força, para fazê-lo andar com precisão? Do fato de não estar a inteligência no mecanismo do pêndulo e do de que ninguém a vê, seria racional deduzir-se que ela não existe? Apreciamo-la pelos seus efeitos. A existência do relógio atesta a existência do relojoeiro; a engenhosidade do mecanismo lhe atesta a inteligência e o saber. Quando um relógio vos dá, no momento preciso, a indicação de que necessitais, já vos terá vindo à mente dizer: aí está um relógio bem inteligente? Outro tanto ocorre com o mecanismo do Universo: Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras.
7. A existência de Deus é, pois, uma realidade comprovada não só pela revelação, como pela evidência material dos
fatos. Os povos selvagens nenhuma revelação tiveram; entretanto, crêem instintivamente na existência de um poder
sobre-humano. Eles vêem coisas que estão acima das possibilidades do homem e deduzem que essas coisas provêm
de um ente superior à Humanidade. Não demonstram raciocinar com mais lógica do que os que pretendem que
tais coisas se fizeram a si mesmas?
de
A Gênese
Os milagres e as predições segundo o espiritismo. A doutrina espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos espíritos. A ciência é chamada a constituir a gênese de acordo com as leis da natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
por Allan Kardec Federação Espírita Brasileira
2006/5/28 CC - Part3 Assim a cortina fecha em outro conto.
Uma eternidade passou... Isso só é o que nos não pudemos perceber Vamos abrir a porta para o formidável desconhecido, Até nos encontrarmos novamente, |
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